Se existe algo que Stephen King sabe fazer, é transformar o cotidiano em um inferno absoluto. Em 1983, ele nos fez ter medo do "melhor amigo do homem". Agora, é oficial: Cujo vai ser refeito.
A história é simples, brutal e eficiente. Sem fantasmas, sem demônios. Apenas uma mãe, um filho, um Ford Pinto que não funciona e um São Bernardo infectado pelo vírus da raiva. É o terror em sua forma mais crua e isolada.
O Que Sabemos: A nova adaptação está agendada para 2027 e traz nomes de peso. Kate Hudson assume o manto de Dee Wallace como a matriarca desesperada presa em uma armadilha de metal sob o sol escaldante. Na cadeira de direção, Sean Byrne (Dangerous Animals), um nome que promete não aliviar na tensão.
Por Que Isso Importa? No underground, temos nossas dúvidas sobre remakes. Mas Cujo é diferente. A premissa do filme original (e do livro) toca em medos primais: a impotência, o isolamento e a natureza voltando-se contra nós. Com a tecnologia e a cinematografia moderna, a visceralidade da baba, do sangue e da claustrofobia pode atingir níveis insuportáveis.
Não esperamos um filme "limpo". Esperamos a sujeira, o suor e o desespero que fizeram do original um clássico cult.
Prepare-se. Em 2027, não haverá coleira que segure essa besta.
